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Consentimento e LGPD na busca por selfie: como fazer certo

A busca por selfie usa dados biométricos e exige cuidado com a LGPD. Veja como obter consentimento e definir retenção de forma correta.

A busca por selfie é um recurso poderoso, mas usa dados biométricos — uma categoria sensível pela LGPD. Isso não significa que você não pode usá-la; significa que precisa usá-la do jeito certo. Veja como tratar consentimento e retenção na busca por selfie sem dor de cabeça jurídica.

Dado biométrico é dado sensível

A LGPD classifica dados biométricos (como a representação do rosto usada no reconhecimento facial) como dados pessoais sensíveis, que exigem cuidado redobrado. O caminho seguro é tratar esses dados com base no consentimento do titular, de forma específica e destacada.

Consentimento explícito antes da selfie

Antes de o convidado enviar a selfie, ele deve consentir de forma clara, sabendo que a imagem será usada apenas para encontrar suas fotos. Um consentimento explícito, em linguagem simples, no momento da busca, é a base de tudo.

Finalidade limitada e retenção curta

Use o dado só para a finalidade informada (a busca) e defina uma retenção curta: os dados biométricos da selfie devem expirar automaticamente após o uso, não ficar guardados indefinidamente. Minimização e prazo de retenção são princípios centrais da LGPD.

Transparência com o cliente e os convidados

Deixe claro no contrato e na página como a privacidade é tratada e por quanto tempo os dados ficam. Transparência reduz risco jurídico e aumenta a confiança de quem vai usar a busca.

O Seleta Galeria já nasce alinhado a isso: consentimento explícito antes da selfie, finalidade limitada à busca e retenção dos dados biométricos configurável e automática. Você usa o recurso com tranquilidade.

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